Trago nódoas sim, muitas...
As que fui ganhando pelo caminho,
Caindo e recolhendo,
No sofrido percurso do tempo...


Nódoas no olhar...
Por tudo que vi e vivi,
Por não recusar-me a encarar,
O lado obscuro da alma humana...



Nódoas no sorriso...
De tantas lágrimas que derramei,
De mãos amigas que não encontrei,
Onde, ingenuamente,
Pensei encontrar...



Nódoas na alma...
Por ter chegado ao fim do começo,
Por ter desistido da busca,
No momento em que quis me aquietar...


São marcas tantas, hoje tatuadas,
As mesmas das quais não posso me livrar,
Fazem parte da minha jornada,
-Ontem feridas, hoje cicatrizes,
Que já não doem,
Mas estão presentes para me lembrar...



set\2002

 

Saiba mais sobre: 

 

 

 

 

 

Para receber nossas Atualizações
cadastre seu e-mail
AQUI

Esta é a visita:

Gostou desta página?
Envie-a para alguém especial