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Como é bom ter você assim...
Sem preocupações,
sem nada que o impedia de ser o que era
e, que dependia totalmente de mim,
para tudo.
Pequeno dessa forma,
em meus braços, com o sorriso largo.
Se eu pudesse te guardaria
desse jeito do mundo
não só na lembrança mas,
no meu egoísmo de ser sua mãe.
Contraditório sentimento que me induz
a querer vê-lo pleno,
homem, independente, amigo
com o futuro a brilhar
e você a trilhar o rumo certo
e a cada passo, vencer.
Acho que é essa a felicidade de ser mãe,
dedicação e abnegação.
Cuja realização maior
se espelha em seu rebento...
que, fundamentalmente,
perpetua seu próprio ser.
04/05/03
22:13 h
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