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nas ruas estreitas um ar de ontem... Tudo muito natural como se estivesse mesmo em época medieval. Uma loja de flores, sorriso alegre entre deliciosos odores. Novamente na rua... flores na mão, frio intenso. Sinos tocam ao longe um instante, uma lembrança. Pessoas passam apressadas não ouvem mais o carrilhão só seguem seu caminho sem perceber som divino. Eu ali... parada. Querendo algo que não sei o que é. Só pressinto, arrepios me invadem intensa luz se apodera de mim sem me mexer, só consigo ouvir os sinos a bater. Entre o ontem e o hoje, só pequenos fragmentos em meio a um turbilhão de sentimentos. 02/03/02 15:51 h saiba mais sobre a:
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Esta é a visita:
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